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Em um futuro distante, a chegada de uma era de ouro tecnológica traz realidade ao sonho da humanidade de alcançar outros planetas. Sondas de exploração corporativa invadem as profundezas do espaço, procurando mundos ricos em recursos para colonizar e explorar. Mas mesmo na vastidão do espaço, e fiel à natureza humana, logo surgem as disputas pelos direitos de colonização. Grandes frotas de guerra corporativas se reúnem, prontas para defender suas reivindicações. A Federação Terrestre, o governo central da humanidade, cria um concurso chamado “Guerra dos Mísseis” para evitar uma queda na guerra total. Em “Missile War”, duas corporações rivais estabelecem uma base na superfície do planeta contestado, coletam seus recursos e se envolvem em um duelo de mísseis isolado. O comércio de minerais extraídos é permitido, mas a interferência de outras corporações não é. O vencedor, a última corporação em pé, recebe todos os direitos sobre a colônia e é tributado pela Federação Terrestre. Todos ganham; ou eles?
Direct Hit: Missile War oferece uma experiência estratégica profunda para aqueles cansados do fluxo interminável de clones Command and Conquer que dominam o mercado de estratégia em tempo real. Enquanto tira o chapéu para clássicos de console como Megalomania, Direct Hit traz muitas ideias novas para a mesa, em particular: mapas de jogadores separados e a substituição de unidades RTS clássicas por mísseis personalizáveis. Situado em uma era de ouro da colonização planetária, os jogadores devem lutar pelos direitos de mineração em planetas ricos em recursos, competindo em duelos explosivos chamados Missile Wars. Para vencer uma guerra de mísseis, os jogadores precisam construir, procurar e minerar recursos, negociar, pesquisar e, claro, projetar os meios de destruição de seus inimigos: mísseis!